No tratamento com gesso inguinopodálico da fratura metafisária proximal da tíbia na criança, o capítulo recomenda
- molde em valgo, para abrir a cortical medial
- joelho fletido a 90 graus, para facilitar a avaliação radiográfica
- leve molde em varo e joelho próximo da extensão
- carga proibida até a retirada do gesso em todos os casos
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Conceito-chave
Na fratura metafisária proximal da tíbia, o gesso deve combater a tendência ao valgo. O resumo recomenda leve molde em varo e joelho próximo da extensão, posição que facilita tanto a moldagem quanto a avaliação radiográfica do alinhamento (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 29, O tratamento).
O varo aqui é uma medida de controle, não a deformidade tardia característica. Abrir ainda mais o lado medial com molde em valgo faria o oposto do objetivo. Essa distinção evita confundir a posição do tratamento com o fenômeno de Cozen.
Sem desvio, o tratamento habitual é gesso bem acolchoado por quatro a seis semanas. Se houver desvio, a redução é feita sob sedação ou anestesia e fluoroscopia, com controle da posição. Uma redução que não se obtém ou não se mantém faz pensar em interposição medial, não em insistir indefinidamente na moldagem.
A fonte diz que a maioria aceita carga conforme tolerado. Isso é diferente de prometer carga irrestrita em qualquer montagem ou de proibi-la em todos os casos. Estabilidade e características da lesão continuam relevantes.
Por que esta questão foi criada. Liga o sentido do molde e a posição do joelho à tendência mecânica da fratura, incluindo a diferença entre uma conduta habitual e regras absolutas de carga.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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