Na fratura da diáfise do fêmur, comparada à fixação rígida, a haste intramedular flexível
- dá fixação mais rígida e menos calo
- causa mais dor e mais espasmo muscular no pós-operatório inicial
- é a melhor opção para fraturas instáveis no comprimento em adolescentes pesados
- dispensa a retirada do material em todos os casos
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Conceito-chave
A haste intramedular flexível estabiliza a diáfise mantendo algum movimento no foco, o que favorece calo abundante. Essa característica é útil, mas significa que ela não oferece a mesma rigidez de outros métodos. Comparada à fixação rígida, o capítulo descreve mais dor e espasmo muscular no pós-operatório inicial (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 25, hastes elásticas).
A diferença deve ser situada no tempo e no método comparador. Não se está dizendo que toda evolução com haste será dolorosa ou que ela produz mau resultado por definição. O método é amplamente empregado no escolar com fratura estável no comprimento e peso compatível; a comparação explica uma limitação inicial de uma montagem flexível.
A seleção da fratura evita exigir do sistema o que ele não controla bem. Cominuição, obliquidade longa e paciente pesado aumentam a preocupação com perda de comprimento e alinhamento. Nesses cenários, placa submuscular e, na criança maior, haste trocantérica têm seu lugar.
A facilidade de retirar uma haste também não significa que ela possa permanecer em todos os casos. O resumo informa retirada em 6 a 12 meses na maioria dos centros e reconhece migração com o crescimento e criação de ponto de fratura quando o implante é mantido.
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