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Questão de Fraturas do fêmur e da perna na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaFraturas do fêmur e da perna na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na haste intramedular bloqueada de entrada trocantérica lateral para fratura da diáfise do fêmur no adolescente, a recomendação do capítulo é

  1. limitar a dissecção à face lateral do trocânter maior e usar a haste de menor diâmetro que mantenha contato com as corticais
  2. preferir hastes com secção proximal alargada, para melhor apoio no trocânter
  3. dinamizar rotineiramente, retirando o parafuso proximal ou o distal
  4. usar sempre dois parafusos distais e retirar a haste de todos os adolescentes
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Gabarito: A · limitar a dissecção à face lateral do trocânter maior e usar a haste de menor diâmetro que mantenha contato com as corticais

Conceito-chave

A entrada trocantérica lateral procura permitir a haste bloqueada no adolescente preservando a região capsular e a irrigação proximal. O capítulo orienta limitar a dissecção à face lateral do trocânter maior, sem chegar à cápsula, e escolher a menor haste que mantenha contato com as corticais. Não é uma disputa para introduzir o implante mais grosso possível (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 25, técnica da haste rígida).

A localização da entrada é tão importante quanto o tipo de implante. A entrada piriforme com fise aberta ameaça a artéria cervical ascendente lateral; a técnica lateral reduz esse risco ao manter a abordagem afastada da região capsular vulnerável. Isso exige respeitar a dissecção e o fresado, não apenas chamar a haste de “trocantérica”.

O resumo também especifica evitar hastes com secção proximal alargada, informa que um parafuso distal basta e não recomenda dinamização rotineira. A retirada é reservada a sintomas. São decisões próprias desse método, que não devem ser copiadas de outro implante ou transformadas em rotina só porque o paciente é adolescente.

O princípio é obter estabilidade suficiente com o menor sacrifício local necessário. Contato cortical e bloqueio importam, mas não autorizam ampliar indiscriminadamente a entrada proximal.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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