No gesso pelvipodálico unilateral de marcha (walking spica) para fratura de baixa energia da diáfise do fêmur no lactente que começa a andar, a técnica descrita no capítulo inclui
- quadril e joelho fletidos a 90 graus, com barra entre as pernas
- quadril e joelho em extensão completa, com o pé incluído
- molde em varo no foco, porque a fratura tende a derivar para valgo
- cerca de 45 graus de flexão do quadril e do joelho, 15 graus de rotação externa e molde em valgo
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O gesso unilateral de marcha é uma montagem específica para a criança pequena que começa a andar e sofre uma fratura femoral de baixa energia. O capítulo descreve cerca de 45 graus de flexão do quadril e do joelho, 15 graus de rotação externa, molde em valgo e pé fora do gesso (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 25, gesso sentado e de marcha).
O molde em valgo responde à tendência de a fratura derivar para varo durante a consolidação. Na descrição do resumo, há deriva média de 5 graus para varo e 10 graus para procurvato. Por isso se revisa o alinhamento em 7 a 10 dias e se prevê a possibilidade de cunha, em vez de considerar a primeira montagem definitiva.
A posição de marcha não é a mesma do gesso clássico com quadril e joelho a 90 graus. Menos flexão e uma montagem unilateral facilitam os cuidados e a mobilidade nesse cenário selecionado. Ensaios citados encontraram consolidação aceitável com menor trabalho para a família.
A técnica não deve ser estendida automaticamente a qualquer fratura femoral. Instabilidade longitudinal importante, edema maciço e lesões associadas podem mudar o tratamento. A pergunta, porém, especifica a montagem descrita para o lactente que começa a andar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo