No estudo multicêntrico internacional sobre complicações das hastes elásticas de titânio nas fraturas da diáfise do fêmur, o mau resultado foi mais provável em
- crianças menores de 5 anos, com fratura transversa
- fraturas do terço médio, estáveis no comprimento
- crianças acima de 11 anos e com mais de 49 kg
- crianças de 6 a 8 anos, independentemente do peso
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Conceito-chave
A haste elástica funciona melhor quando o tamanho da criança e a estabilidade do foco são compatíveis com uma fixação flexível. No estudo multicêntrico de 234 fraturas citado pelo capítulo, o mau resultado foi mais provável acima de cerca de 49 kg e acima de 11 anos. A alternativa que reúne essas características é a C (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 25, resultados das hastes elásticas).
O resumo informa risco cerca de cinco vezes maior acima de 108,5 libras, aproximadamente 49 kg, e quase quatro vezes maior acima de 11 anos. São associações daquela série, não uma garantia de complicação para toda criança que cruza um limite, nem fatores que devam ser multiplicados para inventar um risco combinado.
A lógica da seleção é que a haste elástica não fornece fixação rígida. Peso e padrão instável no comprimento exigem mais do conjunto; por isso o método é destinado principalmente às fraturas estáveis, nos segmentos centrais, em escolares com menos de 50 kg. A idade ajuda, mas não substitui peso e morfologia.
Uma fratura cominutiva ou oblíqua longa não se torna ideal para hastes só porque o paciente tem oito anos. Inversamente, estar na faixa de seis a oito anos não permite ignorar um peso muito alto. A avaliação é do conjunto paciente-fratura.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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