No teste da telescopagem descrito por THOMPSON, feito sob fluoroscopia no momento da redução de uma fratura da diáfise do fêmur em criança pequena, a tração é preferida ao gesso imediato quando
- a compressão axial suave não produz nenhum encurtamento
- a compressão axial suave produz mais de 3 cm de encurtamento
- a fratura apresenta mais de 15 graus de varo
- a criança tem menos de 2 anos de idade
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Conceito-chave
Na redução de uma fratura femoral da criança pequena, alinhar a radiografia não basta: é preciso saber se o foco mantém o comprimento. O teste de telescopagem de Thompson avalia essa estabilidade sob fluoroscopia, com compressão axial suave. Se ela provoca mais de 3 cm de encurtamento, o capítulo prefere tração ao gesso imediato (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 25, gesso pelvipodálico).
O teste mostra uma fratura que pode parecer reduzida enquanto a tração é mantida, mas que colapsa quando os fragmentos são comprimidos. O gesso imediato precisa sustentar uma posição que o foco consiga conservar; uma telescopagem importante sugere que ele perderá comprimento. A decisão busca evitar essa perda, não corrigir um número angular medido em outro plano.
Há dois números com funções diferentes. Mais de 3 cm no teste é o sinal de instabilidade que muda a estratégia; 2 cm de encurtamento final é o limite citado no mesmo trecho para o resultado no gesso. O primeiro não é uma autorização para deixar a criança consolidar com mais de 3 cm.
Também se distingue idade de estabilidade. Crianças pequenas frequentemente podem ser tratadas com gesso, mas a idade favorável não elimina a necessidade de verificar encurtamento, edema e lesões associadas.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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