Durante a redução cirúrgica de uma fratura desviada da tuberosidade da tíbia, a fratura não reduz com o garrote insuflado. Qual é a explicação descrita no capítulo?
- O garrote causa espasmo da artéria poplítea
- O garrote comprime o nervo fibular e paralisa os extensores
- O garrote aumenta o sangramento do foco e esconde a fratura
- O garrote prende o quadríceps e impede a redução, que melhora ao desinsuflá-lo
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Conceito-chave
Na avulsão da tuberosidade, o fragmento está ligado ao quadríceps pelo aparelho extensor. Durante a cirurgia, um garrote insuflado pode prender o quadríceps e dificultar a mobilidade necessária à redução. O capítulo orienta desinsuflá-lo quando isso impede o encaixe dos fragmentos (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 27, técnica).
A dificuldade de reduzir não significa sempre um bloqueio ósseo ou necessidade de aplicar mais força. A relação entre garrote, músculo e fragmento precisa ser verificada. Insistir na manobra sem remover essa limitação deixa a causa mecânica presente.
O resumo distingue ainda as estratégias conforme o padrão: a tuberosidade isolada se reduz com o joelho reto; no tipo IV, predomina a tração, com pouca alavanca. Não se deve extrapolar uma manobra de um padrão para todos os demais.
Esse problema técnico também é diferente de um evento vascular ou de uma lesão de nervo. A pergunta pede a explicação descrita para a redução travada com o garrote: a restrição do quadríceps, que melhora ao liberar o garrote.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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