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Questão de Fraturas do fêmur e da perna na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaFraturas do fêmur e da perna na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Adolescente que saltava apresenta incapacidade de estender o joelho e patela alta; a radiografia não mostra fragmento ósseo da tuberosidade. Na classificação de OGDEN modificada, essa lesão corresponde ao tipo

  1. I
  2. II
  3. IV
  4. V
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Gabarito: D · V

Conceito-chave

Um jogador de basquete de 14 anos aterrissa de um salto e cai sem conseguir estender a perna. Na sala de emergência, a patela está alta, o ápice do joelho dói, mas o perfil não mostra nenhum fragmento da tuberosidade. Não há fratura visível, e ainda assim o aparelho extensor rompeu. O capítulo dá nome a essa situação.

O que a patela alta conta. O tendão patelar se insere na tuberosidade. Se a patela sobe, ou a tuberosidade desviou muito, ou o próprio tendão rompeu. O Rockwood lembra que a patela alta pode representar tanto a gravidade do desvio da tuberosidade quanto uma ruptura do tendão patelar associada (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 27, seção Signs and Symptoms). Sem fragmento ósseo, a segunda hipótese ganha força.

O tipo V. Na classificação de OGDEN modificada adotada pela 10ª edição, o tipo V não é uma fratura: é a avulsão pura do tendão patelar (cap. 27, seção Classification e Fig. 27-11). Ela entrou como um quinto grupo, ao lado dos quatro tipos de fratura da tuberosidade.

Cuidado com o falso negativo. Na criança mais nova, a tuberosidade ainda é quase toda cartilagem, e uma fratura grande pode aparecer só como uma lasquinha de osso (Fig. 27-8). O capítulo também lembra que a ossificação normal da tuberosidade pode vir de mais de um centro, e que a radiografia do outro lado ajuda, mas a patela alta é um sinal mais confiável para comparar. O perfil deve ser feito com a tíbia levemente rodada para dentro, para perfilar a tuberosidade, que é um pouco lateral.

Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção: o tipo V é a novidade da classificação em cinco grupos da 10ª edição, e a banca vem cobrando a classificação da tuberosidade com frequência (TARO 2025, `pediatria-0529`; TEOT 2021, `pediatria-0847`).

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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