Criança com fratura SALTER-HARRIS II da fise distal do fêmur tratada com gesso perde a redução. Até quanto tempo após o trauma o capítulo considera razoável uma nova manipulação fechada?
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Conceito-chave
Uma perda de redução da fise distal do fêmur exige reavaliação rápida, não esperar completar um prazo. A pergunta é qual limite o capítulo considera razoável para uma nova manipulação fechada: até dez dias após o trauma (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 26, Perda de redução e o limite de 10 dias).
A fise consolida rapidamente. Depois dessa janela, insistir na manipulação fechada pode lesá-la ou produzir uma fratura da diáfise, em vez de reduzir com segurança a lesão original. O resumo relaciona o limite à experiência clínica e a um modelo em ratos, no qual o risco foi semelhante até o equivalente a sete dias e mudou depois de dez. O número experimental de sete dias não é o prazo clínico final adotado no capítulo.
A vigilância do gesso é parte da prevenção: o capítulo orienta radiografia em cinco a sete dias, e uma fratura que perde a redução deve voltar logo ao centro cirúrgico para redução e fixação. O limite de dez dias não significa que a perda possa ser deixada sem correção até o décimo dia.
Depois do prazo, a conduta depende da idade, do tipo e do crescimento restante. Em alguns tipos I e II com crescimento pela frente, pode ser mais prudente observar a remodelação; em pacientes maiores ou tipos intra-articulares atrasados, podem ser necessárias estratégias abertas. Não se transforma o prazo em uma regra única para todas as fraturas fisárias do corpo.
Por que esta questão foi criada. Cobra um limite específico do fêmur distal e sua explicação, distinguindo o controle precoce em cinco a sete dias, o dado experimental e a janela de dez dias.
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