Na fixação percutânea da fratura da fise distal do fêmur com pinos que cruzam a fise, o tipo de pino e o prazo máximo para retirá-lo são, respectivamente,
- liso; 4 semanas
- liso; 8 semanas
- rosqueado; 4 semanas
- rosqueado; 8 semanas
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Quando um pino precisa atravessar a fise distal do fêmur, o capítulo orienta que seja liso, com retirada em até quatro semanas. São duas decisões ligadas a problemas diferentes: respeitar a fise e limitar a permanência de um implante com risco de infecção do trajeto próximo ao joelho (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 26, A fixação conforme o tipo).
Nos tipos I e II com fragmento metafisário pequeno ou cominuído, a tabela descreve pinos lisos cruzados. Já um fragmento grande de Thurston Holland permite parafusos paralelos à fise, sem cruzá-la. Portanto, pino transfisário e parafuso colocado no fragmento fora da fise não são montagens equivalentes.
A consolidação costuma ocorrer em cerca de quatro semanas. O resumo relata mais infecção do trajeto quando os pinos permanecem por trinta dias ou mais e menciona o risco teórico de joelho séptico. Essa é a razão para não prolongar rotineiramente sua permanência para oito semanas.
Um estudo citado não associou pinos lisos transfisários à parada, que acompanhou a gravidade da fratura. Isso não torna o risco global de distúrbio do crescimento nulo: uma fixação tecnicamente adequada não apaga o dano inicial à fise.
Por que esta questão foi criada. Une o tipo de implante que cruza a fise ao prazo de retirada, com fundamentos diferentes para cada escolha, conforme a técnica descrita no resumo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo