Durante os lockdowns da pandemia de COVID-19, o volume global de fraturas pediátricas
- diminuiu 2,5 vezes.
- diminuiu discretamente apenas nas escolas.
- manteve-se estável, com menos esportes e mais quedas domésticas.
- aumentou por maior exposição a equipamentos recreacionais em casa.
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Conceito-chave
O fechamento de playgrounds e a interrupção do esporte durante os lockdowns reduziram as oportunidades de trauma. No dado descrito, o volume global de fraturas pediátricas diminuiu 2,5 vezes, alternativa A. A alteração principal foi da exposição, não uma transformação biológica do osso infantil.
O capítulo usa a pandemia como um experimento epidemiológico involuntário: atividades de risco foram interrompidas e, com o alívio das restrições, o volume de trauma voltou a crescer. Essa sequência ajuda a enxergar por que história de atividade, ambiente e mecanismo importa tanto quanto saber qual osso fraturou (Rockwood e Wilkins, 10ª ed., cap. 1,“Mudanças de exposição e prevenção”).
O desfecho é volume global de fraturas, não somente acidentes escolares. Um cenário doméstico ainda oferecer riscos não prova que tenha compensado a redução dos demais ambientes. Da mesma forma, o dado agregado não mede, por si só, o risco de cada brinquedo nem permite afirmar que todos os tipos de acidente caíram na mesma proporção.
Por que esta questão foi criada. A mudança durante os lockdowns fornece um contraste concreto para testar a relação entre atividade e trauma, com um número explicitado pelo capítulo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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