Nos relatos mais recentes citados no capítulo, a incidência global de fraturas expostas na criança varia entre
- 0,1% e 0,5%.
- 0,5% e 0,7%.
- 0,7% e 1%.
- 1,5% e 2,6%.
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Conceito-chave
A alternativa C, 0,7% a 1%, corresponde à faixa dos relatos mais recentes de fraturas expostas pediátricas citados no resumo. A faixa 1,5% a 2,6% também aparece no capítulo, mas pertence às séries antigas. O detalhe temporal muda a resposta.
Uma proporção depende de quem entra na contagem. Um centro regional de trauma recebe mais lesões graves e pode observar uma porcentagem maior que a descrita no panorama global. Portanto, não se deve transferir a taxa de um serviço selecionado para todas as fraturas pediátricas, nem misturar séries de épocas diferentes (Rockwood e Wilkins, 10ª ed., cap. 1,“Fraturas expostas”).
O capítulo também separa frequência global e distribuição por segmento: no estudo urbano citado, a perna, tíbia e fíbula, liderou as fraturas expostas, seguida pelo antebraço. Isso não contradiz o predomínio de rádio e ulna entre as fraturas de ossos longos em geral; o grupo de lesões e o denominador são outros.
Por que esta questão foi criada. A comparação entre faixas antigas e recentes permite treinar época, população e denominador, usando um distrator que é verdadeiro em outro contexto.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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