Na queda de grande altura, o padrão infantil descrito no capítulo se caracteriza por
- apoio inicial nos membros inferiores e fratura de calcâneo.
- queda de cabeça com proteção pelos membros superiores e mais fraturas radiais.
- queda sentada com predomínio de fratura vertebral e pélvica.
- apoio em extensão do joelho com predomínio de fratura proximal da tíbia.
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Conceito-chave
Na comparação descrita, a criança que cai de altura tende a cair de cabeça e usar os membros superiores para proteger-se. Isso ajuda a explicar o padrão de fraturas cranianas e radiais da alternativa B. O padrão adulto de aterrissagem nos pés não deve ser simplesmente transferido para ela.
O caminho da carga relaciona mecanismo e local da fratura. No adulto, o apoio inicial nos membros inferiores ajuda a explicar a associação com calcâneo; na criança, a proteção com os braços expõe o rádio enquanto a queda de cabeça expõe o crânio. O capítulo acrescenta que fraturas vertebrais são raras em crianças mesmo após quedas importantes (Rockwood e Wilkins, 10ª ed., cap. 1,“Queda de altura: criança não cai como adulto”).
Predomínio não é exclusão. Uma fratura de calcâneo não torna impossível uma queda pediátrica, assim como uma fratura do rádio não prova, isoladamente, queda de grande altura. A epidemiologia organiza a história a investigar, sem substituir o exame e a avaliação de todo o mecanismo.
Por que esta questão foi criada. A comparação entre criança e adulto permite treinar como o ponto inicial de contato distribui as lesões; é uma oportunidade do capítulo, sem alegação de cobrança oficial identificada.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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