Na variação sazonal das fraturas pediátricas, o capítulo informa que no verão o número médio de fraturas é
- igual ao do inverno.
- 1,5 vez maior que no inverno.
- duas vezes maior que no inverno.
- 2,5 vezes maior que no inverno.
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Conceito-chave
No estudo resumido pelo capítulo, a média de fraturas no verão foi 2,5 vezes a do inverno, alternativa D. O ponto clínico por trás do número é a mudança de exposição: mais tempo ao ar livre e mais atividade vigorosa criam mais oportunidades de queda.
A estação é um marcador do ambiente em que a criança se movimenta. Mais horas de sol se associaram a mais admissões, mas essa observação não demonstra que o sol tenha enfraquecido diretamente o osso. A prevenção se dirige às atividades e aos lugares de risco, e não a uma suposta alteração óssea instantânea determinada pelo clima (Rockwood e Wilkins, 10ª ed., cap. 1,“Ambiente: a estação muda a oportunidade de cair”).
A comparação também deve manter o denominador: trata-se de média de fraturas no verão dividida pela média no inverno na série citada. Não é uma incidência universal para todos os locais, anos ou modalidades esportivas. O próprio capítulo mostra horários de pico diferentes em populações diferentes, reforçando a influência do contexto.
Por que esta questão foi criada. O multiplicador sazonal testa um dado objetivo e a interpretação correta da associação entre ambiente e trauma.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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