Entre os padrões de fratura por idade, o pico precoce está mais associado a
- clavícula após esporte de contato.
- fêmur após trauma de alta energia.
- úmero supracondilar após queda de altura.
- antebraço distal após atividade recreacional.
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Conceito-chave
O pico precoce tem como exemplo a fratura supracondilar do úmero após queda de altura, alternativa C. A pergunta cruza três informações: local da fratura, idade em que sua frequência aumenta e mecanismo predominante.
Há três desenhos distintos. Um pico precoce concentra casos mais cedo; um tardio cresce com esporte e equipamentos; o padrão bimodal tem dois aumentos, um inicial com traumas de menor energia e outro na adolescência, com trânsito, recreação de maior energia e contato. Clavícula, fêmur e diáfises radioulnares são exemplos bimodais. Antebraço distal, falanges e úmero proximal exemplificam o tardio (Rockwood e Wilkins, 10ª ed., cap. 1,“Padrões precoce, tardio e bimodal”).
Portanto, reconhecer um mecanismo possível não basta. Esporte de contato pode participar do pico tardio de uma curva bimodal; isso não torna toda a curva precoce. Da mesma forma, uma criança pequena pode fraturar o antebraço distal, apesar de o conjunto populacional ter pico tardio. Curva epidemiológica descreve predominância, não exclusividade.
Por que esta questão foi criada. O capítulo permite comparar padrões etários usando exemplos verdadeiros de curvas diferentes, uma oportunidade de treinar mecanismo e população em conjunto.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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