Nas fraturas fisárias descritas no capítulo, a lesão mais comum e a taxa de fechamento precoce informada são
- rádio distal, 18%.
- tíbia distal, 13%.
- fêmur distal, 30%.
- fêmur distal, 40%.
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Conceito-chave
A frequência de lesões fisárias varia entre as séries, mas o capítulo identifica a fratura fisária do rádio distal como a mais comum e informa 18% de fechamento fisário precoce nesse local. Tíbia distal e fêmur distal entram no texto por suas complicações: na tíbia distal o fechamento precoce foi 13% e é maior no SALTER-HARRIS IV; no fêmur distal, a taxa total de complicações pode chegar a 40%, com parada fisária completa em 30%.
Por que esta questão foi criada. O capítulo reúne três números que podem ser confundidos. É uma lacuna com cara de prova porque exige associar o local mais frequente ao seu próprio desfecho, sem transportar percentuais das físeis de maior risco.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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