Ao analisar uma radiografia de tornozelo de uma criança, ossículos acessórios podem aparecer em qual período, simulando uma fratura?
- 6 meses a 2 anos.
- 3 a 5 anos.
- 7 a 10 anos.
- 12 a 15 anos.
- 16 a 20 anos.
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Conceito-chave
Na criança, nem todo pedacinho de osso ao lado do maléolo é fratura: os ossículos acessórios são a grande armadilha da radiografia do tornozelo.
O que o capítulo descreve. Segundo o Rockwood and Wilkins' Fractures in Children (10ª ed., 2025, cap. 30, de Jaime R. Denning), os ossículos acessórios aparecem entre os 6 e 12 anos: o os subtibiale, do lado medial, em 20% das crianças, e o os subfibulare, lateral, em 1%. Eles podem ser confundidos com fratura e, quando lesados, os laterais dão mais sintomas persistentes.
O contexto clínico. O mesmo trecho lembra que as regras de Ottawa valem acima de 5 anos e que o exame de baixo risco de BOUTIS (dor só na fíbula distal abaixo da articulação ou nos ligamentos laterais) dispensa radiografia: nenhuma fratura de alto risco em 381 crianças. A ressonância mostrou que muitos "SH I da fíbula" eram entorses, e os dois são tratados igual, com órtese ou bota removível por 3 a 4 semanas.
Na prova: ossículos acessórios = 6 a 12 anos; os subtibiale em 20%.
O resumo de fraturas do tornozelo na criança traz os ossículos na seção de fíbula, entorse e exame de baixo risco.
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