Criança, vítima de trauma automobilístico, com suspeita de luxação occipitocervical. Assinale a alternativa que apresenta corretamente um método auxiliar no diagnóstico radiográfico desse caso.
- Linha de Philadelphia.
- Razão de Denis.
- Altura de Anderson.
- Razão de Powers.
- Colunas de Takata.
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Conceito-chave
A luxação atlanto-occipital é a lesão cervical de maior mortalidade na criança: 89% das mortes acontecem no local. Quem sobrevive chega com pistas sutis, como sangue subaracnoide em volta do tronco, fraqueza sem explicação ou desmame difícil do ventilador.
O que segura a junção. No Rockwood and Wilkins (10ª ed., cap. 21), os estabilizadores primários são as cápsulas das articulações occipitoatlantais; alares e membrana tectória são secundários.
Como o capítulo mede. Na tomografia, o intervalo côndilo-C1 (CCI) de Pang: normal abaixo de 3 mm; acima de 3,5 mm, pedir ressonância; acima de 4 mm, forte evidência de luxação. Entre 0 e 3 anos, a cartilagem aumenta o CCI.
E a razão de Powers? É o método radiográfico clássico, que compara a distância do básio ao arco posterior de C1 com a do opístio ao arco anterior. O capítulo considera Powers e o intervalo básio-dente ultrapassados na criança. A banca, no entanto, deu Powers como resposta, e é a única alternativa que mede essa junção.
Tratamento. Lesão ligamentar, em que o halo falha: artrodese occipital a C2 posterior rígida.
Na prova: luxação occipitocervical = Powers (clássico) e, pelo livro atual, CCI na tomografia.
O resumo de coluna cervical da criança trata disso na seção da junção occipitocervical.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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