Criança chega ao pronto-socorro apresentando uma fratura supracondiliana do úmero distal, com uma fratura irredutível e pulso fraco ou ausente. Nessa condição, a melhor conduta e explicação para a família é que
- será necessária uma redução aberta da fratura por uma via posteromedial.
- será necessária uma redução fechada da fratura com fixação percutânea.
- será necessária uma redução fechada da fratura com colocação de fixador externo.
- será necessária uma redução aberta da fratura por uma via posterolateral.
- será necessária uma redução aberta da fratura por uma via anteromedial.
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Conceito-chave
Irredutibilidade com pulso fraco ou ausente sugere que partes moles possam estar presas no foco. Na supracondiliana, mediano e braquial podem ficar interpostos, produzindo uma sensação elástica em vez de contato ósseo. A avaliação deve documentar perfusão e função nervosa, sem insistir em manobras que aumentem a agressão.
O capítulo prefere abordagem anterior, extensível para anteromedial, para liberar e visualizar o feixe, remover o tecido interposto, reduzir e fixar. Se houver lesão arterial, a exposição permite tratá-la. A ausência de pulso isolada não exige sempre abrir; neste enunciado, porém, ela se soma à fratura declarada irredutível, mudando a indicação. A explicação à família deve se basear nessa necessidade de liberar estruturas e restabelecer alinhamento e circulação.
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