Criança de 10 anos, vítima de queda do mesmo nível, apresentando fratura do radio distal. Segundo a classificação de Salter-Harris, a maior parte dessas fraturas é do tipo
- I e II.
- I e III.
- II e III.
- II e IV.
- II e V.
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Conceito-chave
Uma criança de 10 anos cai sobre a mão espalmada e quebra o rádio distal pela fise. A fise é uma placa de cartilagem entre a epífise e a metáfise, e a classificação de Salter-Harris descreve por onde o traço a atravessa: só pela fise (I), pela fise saindo na metáfise (II), pela fise saindo na epífise e na articulação (III), atravessando as três (IV) ou esmagando a fise (V). A pergunta é quais tipos dominam no punho.
O que o capítulo mostra. O Wilkins (9ª ed., cap. 8) diz que as fraturas fisárias do rádio distal seguem a classificação de Salter-Harris e que a maioria é do tipo II. No padrão comum, com ápice volar, a epífise e o fragmento metafisário dorsal de Thurston-Holland vão para dorsal. O tipo I também costuma desviar para dorsal e, sem desvio, pode ter como único sinal o deslocamento do coxim gorduroso do pronador quadrado ou a dor à palpação da fise. Já o tipo III é raro, por compressão, cisalhamento ou avulsão dos ligamentos radiocárpicos volares, e as equivalentes à triplanar também são raras.
Por que o II domina. O padrão típico do punho é a queda sobre a mão espalmada, que leva a epífise para dorsal. Quando o traço sai pela metáfise de um lado, arranca o fragmento de Thurston-Holland e é tipo II; quando não sai, é tipo I. Os tipos que entram na articulação dependem de compressão, cisalhamento ou avulsão sobre a epífise, que o capítulo descreve como raros.
O tratamento acompanha. O descolamento desviado dos tipos I e II é reduzido de forma fechada e atraumática, com tração suave e flexão da epífise sobre a metáfise, usando o periósteo dorsal íntegro como banda de tensão.
No resumo de fraturas do rádio e da ulna distais na criança, a seção da fise distal do rádio descreve os tipos e a redução.
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