Menino, 12 anos, chega ao pronto-socorro com dor em quadril de origem subaguda, com suspeita de Epifisiólise Proximal do Fêmur. A classificação para essa doença, através da duração e sintomas do paciente, é de
- Drehman.
- Catterall.
- Klein.
- Billings.
- Fahey e O’Brien.
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Conceito-chave
Menino de 12 anos, dor no quadril: a epifisiólise lidera as hipóteses. A pergunta não é sobre a imagem, e sim sobre como se divide a doença pelo tempo e pelos sintomas.
Essa divisão separa três quadros, que o Tachdjian descreve em detalhe (cap. 15, p. 583 e 586). No crônico, são meses de desconforto na coxa, e o colo mostra alterações de adaptação. No agudo, os sintomas são recentes, sem remodelação na radiografia. No agudo sobre crônico, há meses de dor vaga e, de repente, dor forte; a radiografia traz os dois sinais. O trabalho clássico sobre a forma aguda é o de FAHEY e O'BRIEN, de 1965 (cap. 15, referência 73). Hoje se usa também a divisão por estabilidade: consegue ou não carregar peso.
Por que tanto cuidado? Porque, no quadro instável, a dor é de fratura, e o risco de necrose muda a conduta.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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