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Questão de Côndilo lateral, epicôndilo medial e rádio proximal na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaCôndilo lateral, epicôndilo medial e rádio proximal na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na fratura do epicôndilo medial da criança, a frequência da associação com luxação do cotovelo e o pico de idade são, respectivamente,

  1. cerca de 10%; 5 a 6 anos.
  2. cerca de 10%; 11 a 12 anos.
  3. cerca de 50%; 5 a 6 anos.
  4. cerca de 50%; 11 a 12 anos.
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Gabarito: D · cerca de 50%; 11 a 12 anos.

Conceito-chave

O epicôndilo medial é uma apófise de tração. Nele se originam a massa flexora-pronadora e, mais profundamente, o ligamento colateral ulnar, que resiste ao valgo. Enquanto a apófise ainda está separada do úmero pela fise, uma força transmitida por essas estruturas pode arrancar o fragmento ósseo. Isso ajuda a entender por que a fratura e a luxação do cotovelo aparecem juntas: o trauma que abre o lado medial pode romper o ligamento ou avulsionar sua origem óssea.

A pergunta parte da fratura do epicôndilo medial e pede quantas delas se associam à luxação: cerca de 50%, com variação entre as séries. Depois cobra o pico da própria fratura, aos 11 e 12 anos, dentro da faixa predominante de 9 a 14 anos. Não se deve trocar esse pico pelo da luxação do cotovelo como um todo, situado um pouco mais tarde no resumo, aos 13 e 14 anos.

Há ainda duas idades diferentes que costumam confundir: o núcleo do epicôndilo começa a ossificar aos 4 a 6 anos, mas se funde à metáfise por volta dos 15. Aparecer na radiografia, fraturar com maior frequência e terminar a fusão são eventos distintos. O número “5 a 6” lembra o aparecimento do núcleo; não é o pico epidemiológico solicitado.

Na prática, encontrar a fratura exige procurar uma luxação atual ou já reduzida espontaneamente. E, depois de reduzir uma luxação, é preciso localizar o epicôndilo: um fragmento ausente de sua posição habitual pode estar preso na articulação. Na Biblioteca, leia “Epidemiologia”, em “Fratura do epicôndilo medial: diagnóstico e encarceramento”, e relacione os números com a seção de anatomia e ossificação.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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