Na redução aberta da fratura supracondiliana do úmero em extensão na criança, o acesso posterior é desaconselhado sobretudo pelo risco de
- miosite ossificante.
- lesão do nervo radial.
- osteonecrose da tróclea.
- lesão da artéria braquial.
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Conceito-chave
O acesso precisa expor o foco sem destruir apoios e irrigação preservados. Na supracondiliana em extensão, os autores preferem a via anterior quando a redução aberta é necessária. Ela aproveita braquial e periósteo já lesados e permite visualizar mediano e braquial.
A via posterior é desaconselhada por maior instabilidade, perda de movimento e, sobretudo, osteonecrose da tróclea, ao ameaçar a irrigação terminal posterior do núcleo. A via também pode abrir uma dobradiça periosteal que ainda ajudava na estabilidade. Miosite ossificante é rara; não é a razão principal apontada. Isso não elimina cuidados com nervos e vasos em qualquer acesso, mas localiza o risco que determina a resposta.
Por que esta questão foi criada. A escolha do acesso liga o plano cirúrgico à preservação da irrigação que pode determinar uma sequela anos depois.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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