Na fratura supracondiliana do úmero em flexão, o desvio do fragmento distal e a posição de imobilização do tipo II estável após redução incruenta são, respectivamente,
- anterior; extensão.
- anterior; flexão acima de 90 graus.
- posterior; extensão.
- posterior; flexão acima de 90 graus.
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Conceito-chave
A supracondiliana em flexão tem comportamento oposto ao padrão em extensão. O golpe posterior leva o fragmento distal para anterior. O periósteo posterior rompe e o anterior pode permanecer; por isso, o padrão tende a ser estável em extensão e instável em flexão.
No tipo II que se reduz e permanece estável em extensão, o capítulo admite gesso com o cotovelo totalmente estendido por 3 semanas, com controles. Isso não vale para todo tipo II: se for instável, é necessário fixar. Os padrões II e III instáveis recebem fios e não são tratados tentando manter hiperflexão. O ulnar é o nervo característico em risco e deve ser examinado.
Por que esta questão foi criada. A questão testa a inversão do desvio e da dobradiça em relação à supracondiliana em extensão, evitando repetir sua conduta automaticamente.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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