Após redução e fixação percutânea da fratura supracondiliana desviada na criança, o gesso é confeccionado com o cotovelo em flexão de
- 20 a 30 graus.
- 45 a 70 graus.
- 90 a 100 graus.
- mais de 120 graus.
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Conceito-chave
Depois da fixação, são os fios que mantêm a redução. O gesso protege o membro e as partes moles, sem precisar usar hiperflexão para travar os fragmentos. O capítulo prefere 45 a 70 graus de flexão, com menos flexão se o edema for muito importante.
Flexão excessiva eleva a pressão no compartimento volar e pode prejudicar o fluxo braquial. A regra é fixar toda fratura que só se mantém reduzida acima de 90 graus, em vez de aceitar um gesso apertado e hiperfletido. A posição de 20 a 30 graus é usada na fase de tração e posicionamento inicial; não é a faixa pós-operatória preferida perguntada. A escolha final deve respeitar perfusão e edema.
Por que esta questão foi criada. A questão distingue posição de redução e imobilização após estabilização, ligando a escolha do ângulo à perfusão e ao compartimento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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