Na fratura supracondiliana Gartland III sem pulso, o achado associado que mais sugere artéria braquial presa ou tracionada no foco é a
- lesão do nervo radial.
- fratura do antebraço ipsilateral.
- lesão do nervo mediano ou do interósseo anterior.
- idade abaixo de cinco anos.
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Conceito-chave
Ausência de pulso com déficit mediano sugere uma lesão importante do feixe anterior. O mediano, seu ramo interósseo anterior e a artéria braquial podem ficar estirados ou presos na espícula proximal. No estudo de Mangat citado, a artéria estava presa ou tracionada em 7 de 7 crianças sem pulso e com lesão mediana, contra 20% das sem déficit nervoso. São dados de uma série pequena, não uma probabilidade universal.
O capítulo recomenda exploração precoce nessa combinação. O déficit também pode mascarar a dor de síndrome compartimental, exigindo vigilância ampliada. Fratura de antebraço associada aumenta a complexidade e pode elevar o risco de lesão de partes moles, mas não identifica tão diretamente o mesmo feixe preso quanto o déficit mediano no cenário descrito.
Por que esta questão foi criada. A questão transforma a relação anatômica mediano-braquial num sinal clínico que muda o limiar de exploração.
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