Na fratura supracondiliana do úmero na criança, a deformidade residual com algum potencial de remodelação e a contribuição da extremidade distal para o crescimento do úmero são, respectivamente,
- varo; 20%.
- varo; 80%.
- hiperextensão; 20%.
- hiperextensão; 80%.
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Conceito-chave
Crescimento restante e plano de movimento limitam a remodelação do cotovelo. A extremidade distal responde por cerca de 20% do crescimento do úmero, bem menos que a proximal. Varo e valgo ficam fora do plano habitual de flexão e extensão e não têm correção previsível. A rotação também não remodela; tolerância por compensação do ombro é outra coisa.
A hiperextensão pode ter alguma remodelação no paciente muito jovem, por estar no plano de movimento. Ela é lenta e inconsistente, especialmente quando persiste angulação posterior importante. Portanto, reconhecer esse potencial não autoriza aceitar uma redução ruim ou prometer correção completa. Os 20% explicam parte da cautela com deformidades distais.
Por que esta questão foi criada. A questão relaciona a escolha da deformidade remodelável ao motivo anatômico de a correção distal ser limitada.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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