Na fratura supracondiliana do úmero em extensão com desvio posterolateral do fragmento distal, as estruturas em risco pela espícula do fragmento proximal são
- o nervo radial.
- o nervo ulnar.
- o nervo radial e a artéria braquial.
- o nervo mediano e a artéria braquial.
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Conceito-chave
A espícula proximal aponta para o lado oposto ao deslocamento distal. No desvio posterolateral em extensão, o fragmento distal vai para trás e para lateral. O segmento proximal se projeta anteriormente e para medial, onde ficam o nervo mediano e a artéria braquial. O ramo interósseo anterior pode ser atingido sem toda a expressão da lesão do mediano.
No padrão posteromedial, a espícula proximal sai lateralmente e ameaça o radial. No tipo em flexão, o ulnar é o nervo característico. A direção do fragmento precisa sempre ser nomeada: dizer apenas que a fratura desviou lateralmente e procurar um nervo lateral ignora que a agressão vem da ponta do segmento oposto.
Por que esta questão foi criada. A anatomia explica a associação entre direção do fragmento e risco neurovascular, recorrente nas provas do resumo.
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