Na fixação das colunas da fratura em T do úmero distal do adolescente com duas placas, o tipo de placa e a orientação preferidos pelos autores são, respectivamente,
- semitubular fina; paralelas.
- semitubular fina; a 90 graus.
- reconstrução pélvica; paralelas.
- reconstrução pélvica; a 90 graus.
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Conceito-chave
A fixação das colunas deve ser firme o suficiente para permitir movimento precoce. Depois de unir os côndilos, o bloco articular precisa ser estabilizado à diáfise. No adolescente perto da maturidade, os autores preferem placas fortes, em geral placas de reconstrução pélvica maleáveis e reforçadas, moldadas à anatomia. A montagem preferida é ortogonal, a 90 graus, com uma placa medial e outra posterolateral.
O capítulo alerta que placas semitubulares finas podem ser insuficientes e quebrar. Admite duas sobrepostas em pacientes mais novos ou magros, com dificuldade de moldagem, o que não equivale a escolher uma semitubular fina como implante habitual. Placas anatômicas do adulto podem servir no adolescente grande e maduro, mas podem ficar volumosas no menor. A preferência descrita orienta a resposta sem transformar toda montagem paralela numa técnica universalmente inválida.
Por que esta questão foi criada. O tipo e a posição do implante são relacionados à estabilidade necessária para mobilizar cedo e reduzir a rigidez.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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