Na fratura em T do úmero distal do adolescente, a complicação esperada qualquer que seja o tratamento e o nervo mais acometido são, respectivamente,
- rigidez; radial.
- rigidez; ulnar.
- parada do crescimento; radial.
- parada do crescimento; ulnar.
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Conceito-chave
Rigidez e perda de movimento são esperadas pela gravidade da lesão articular e de partes moles. A fratura em T do adolescente pode deixar limitação mesmo depois de uma reconstrução satisfatória. O capítulo descreve leve perda de extensão, em torno de 10 graus, mesmo nos melhores resultados. Fixação estável das duas colunas e movimento precoce procuram reduzir esse risco, sem garantir arco completo.
O nervo ulnar é o predominante nas lesões neurológicas descritas e também o mais em risco durante a cirurgia. Ele passa atrás do epicôndilo medial, no túnel cubital, junto à coluna que precisa ser exposta e fixada. O radial pode sofrer na exposição proximal lateral. O exame neurológico anterior à operação deve ser documentado para distinguir o trauma inicial de um déficit pós-operatório. Como a fratura ocorre geralmente perto do fim do crescimento, a parada do crescimento não tem sido uma complicação importante nas séries citadas.
Por que esta questão foi criada. A questão une a consequência funcional da lesão articular ao nervo que requer maior atenção durante a reconstrução.
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