No algoritmo dos autores para a fratura em T do úmero distal com desvio mínimo, o tratamento na criança com menos de 8 anos e com mais de 8 anos é, respectivamente,
- gesso ou fios percutâneos; parafusos canulados percutâneos.
- gesso ou fios percutâneos; placas ortogonais.
- placas ortogonais; parafusos canulados percutâneos.
- redução aberta com fios; placas ortogonais.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O algoritmo dos autores cruza idade e desvio, com corte aos 8 anos. Abaixo dessa idade, o periósteo espesso, muitas vezes íntegro, pode manter estabilidade. Na fratura sem desvio ou com desvio mínimo, o algoritmo admite gesso ou redução fechada com fios percutâneos. Acima de 8 anos, para desvio mínimo, indica redução fechada e parafusos canulados percutâneos, desde que a articulação fique anatomicamente reduzida e a fixação estável.
A categoria de grande desvio é diferente: no menor de 8 anos, redução aberta com fios, parafuso ou placa; no maior, redução aberta e placas ortogonais. Gesso isolado exige seleção rigorosa, sem cominuição, angulação ou desvio relevante e com acompanhamento radiográfico. Os autores raramente deixam sem fixação uma fratura que precisou ser reduzida. O algoritmo não autoriza aceitar degrau articular porque o paciente é jovem.
Por que esta questão foi criada. O cruzamento entre idade, desvio e estabilidade diferencia os ramos de um algoritmo que não deve ser aplicado apenas pela idade.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo