Na redução aberta e fixação da fratura em T do úmero distal do adolescente, o primeiro passo da reconstrução é a fixação com
- placa na coluna medial.
- fios cruzados nas duas colunas.
- placa posterolateral na coluna lateral.
- parafuso transverso de compressão entre os côndilos.
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Conceito-chave
Reconstruir a articulação vem antes de fixar as colunas à diáfise. Na fratura em T, os côndilos estão separados entre si e do segmento proximal. Primeiro, eles são reunidos para formar um bloco articular congruente; assim, a lesão é convertida numa fratura supracondiliana de duas partes. Depois, esse bloco é alinhado e fixado às colunas. Fixar uma coluna com a articulação ainda mal reduzida pode impedir a correção do desnível articular.
Há fios provisórios durante a redução. Na reconstrução definitiva, o capítulo destaca um parafuso transverso de compressão entre os côndilos, pelo centro do eixo de rotação, em geral de lateral para medial. Um fio transverso provisório impede a rotação enquanto se fura e comprime. Só então se consolida a fixação das colunas com placas. As fossas do olécrano e do coronoide devem ficar livres de fragmentos para não bloquear o movimento.
Por que esta questão foi criada. A sequência articular antes das colunas é o princípio central da reconstrução e evita fixar uma redução intra-articular inadequada.
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