Na fratura em T do úmero distal da criança, a via de BRYAN-MORREY, com reflexão do tríceps, é contraindicada na fratura
- exposta.
- com fise aberta.
- com cominuição articular.
- com lesão prévia do nervo ulnar.
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Conceito-chave
Bryan-Morrey expõe o úmero distal pela reflexão do mecanismo extensor. Tríceps, fáscia e periósteo são elevados em camada única para lateral; na criança, a elevação é subperiosteal. Ao final, o mecanismo extensor precisa ser reinserido com suturas transósseas ou âncoras. O capítulo chama atenção para a junção medial do tríceps com fáscia e periósteo e para o risco de criar uma botoeira sobre a apófise.
Na preferência dos autores, a via é usada nas fraturas C2 do adolescente e é contraindicada na fratura exposta. A escolha também depende da visualização necessária: divisão do tríceps costuma bastar na C1, enquanto a osteotomia do olécrano é reservada principalmente à C3 cominuta. O nervo ulnar deve ser identificado e protegido em qualquer acesso posterior, com seu estado documentado antes da operação.
Por que esta questão foi criada. A pergunta diferencia a contraindicação explicitada no capítulo dos fatores que apenas mudam o planejamento da exposição.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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