Na fratura em T do úmero distal do adolescente, as vias de acesso preferidas pelos autores para os tipos AO C1 e C2 são, respectivamente,
- divisão do tríceps; BRYAN-MORREY.
- divisão do tríceps; osteotomia do olécrano.
- BRYAN-MORREY; divisão do tríceps.
- osteotomia do olécrano; BRYAN-MORREY.
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Conceito-chave
A via de acesso deve permitir ver a redução articular sem acrescentar lesão desnecessária às partes moles. Na preferência dos autores para o adolescente, a sequência é: divisão do tríceps na C1, reflexão de Bryan-Morrey na C2 e osteotomia do olécrano na C3 cominuta. Essa é uma orientação do capítulo, individualizada pela exposição exigida, e não uma proibição absoluta de outras vias.
Na divisão, o tríceps é aberto longitudinalmente para expor as colunas. Em Bryan-Morrey, o mecanismo extensor é refletido lateralmente em camada com fáscia e periósteo, sendo reinserido ao final. A osteotomia permite elevar o olécrano com o tríceps e ampliar a visualização articular; os autores a reservam sobretudo à cominuição C3, admitindo-a em raras C2 com cominuição anterior. Em todas, identificar e proteger o nervo ulnar é parte do acesso.
Por que esta questão foi criada. A escolha da via relaciona a exposição necessária à complexidade da fratura e à preservação das partes moles.
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