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Questão de Fraturas supracondilianas do úmero (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaFraturas supracondilianas do úmeroOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na fratura em T do úmero distal do adolescente, as vias de acesso preferidas pelos autores para os tipos AO C1 e C2 são, respectivamente,

  1. divisão do tríceps; BRYAN-MORREY.
  2. divisão do tríceps; osteotomia do olécrano.
  3. BRYAN-MORREY; divisão do tríceps.
  4. osteotomia do olécrano; BRYAN-MORREY.
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Gabarito: A · divisão do tríceps; BRYAN-MORREY.

Conceito-chave

A via de acesso deve permitir ver a redução articular sem acrescentar lesão desnecessária às partes moles. Na preferência dos autores para o adolescente, a sequência é: divisão do tríceps na C1, reflexão de Bryan-Morrey na C2 e osteotomia do olécrano na C3 cominuta. Essa é uma orientação do capítulo, individualizada pela exposição exigida, e não uma proibição absoluta de outras vias.

Na divisão, o tríceps é aberto longitudinalmente para expor as colunas. Em Bryan-Morrey, o mecanismo extensor é refletido lateralmente em camada com fáscia e periósteo, sendo reinserido ao final. A osteotomia permite elevar o olécrano com o tríceps e ampliar a visualização articular; os autores a reservam sobretudo à cominuição C3, admitindo-a em raras C2 com cominuição anterior. Em todas, identificar e proteger o nervo ulnar é parte do acesso.

Por que esta questão foi criada. A escolha da via relaciona a exposição necessária à complexidade da fratura e à preservação das partes moles.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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