No adolescente, a fratura em T do úmero distal corresponde habitualmente, na classificação AO, aos tipos
- B1 e B2.
- B2 e B3.
- C1 e C2.
- C2 e C3.
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Conceito-chave
Na classificação AO, importa saber se ainda existe continuidade entre a articulação e a diáfise. O grupo A é extra-articular; o B é articular parcial; o C é articular completo. Na fratura em T, o componente intercondiliano divide os côndilos e o supracondiliano separa o bloco articular da diáfise. Por isso, a lesão pertence ao grupo C.
No adolescente, o capítulo destaca como habituais os tipos C1 e C2; C3, com cominuição acentuada, é raro. A partir de aproximadamente 12 anos, os autores usam a classificação e os princípios de tratamento do adulto. A resposta pede os tipos mais comuns, não todos os tipos que eventualmente podem ocorrer.
Por que esta questão foi criada. A fratura em T permite aplicar a distinção entre articulação parcial e completa e reconhecer a distribuição dos tipos no adolescente.
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