Na classificação de TONIOLO e WILKINS para a fratura em T do úmero distal na criança, o tipo III corresponde à fratura
- sem desvio ou com desvio mínimo.
- desviada, sem cominuição metafisária.
- desviada, com cominuição metafisária.
- com ruptura da cartilagem articular.
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Conceito-chave
Toniolo e Wilkins classificam a fratura em T pediátrica pelo desvio e pela cominuição metafisária. O tipo I não apresenta desvio ou tem desvio mínimo; o tipo II é desviado, sem cominuição metafisária; o tipo III é desviado, com cominuição metafisária. Cominuição significa fragmentação em múltiplos pedaços e aumenta a dificuldade de reconstruir as colunas.
A ruptura da cartilagem articular não define esses tipos. Na criança, a cartilagem espessa pode permanecer como uma dobradiça mesmo com separação dos componentes ósseos. Isso explica sua exclusão como critério da classificação, mas não dispensa conferir o alinhamento da articulação antes e depois do tratamento. Classificar a metáfise e avaliar a superfície articular são tarefas complementares.
Por que esta questão foi criada. A classificação própria da criança exige distinguir desvio, fragmentação metafisária e integridade cartilaginosa, que não são conceitos equivalentes.
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