Na suspeita de fratura em T do úmero distal após as radiografias, os exames indicados para confirmar o diagnóstico no adolescente e na criança pequena são, respectivamente,
- TC; TC.
- TC; RM.
- RM; TC.
- RM; RM.
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Conceito-chave
A escolha do exame depende de quanto da articulação já ossificou. A fratura em T divide o úmero distal entre os côndilos; o traço vertical que alcança o ápice da tróclea é a chave radiográfica. No adolescente, a tomografia computadorizada (TC) detalha os fragmentos ósseos e auxilia principalmente o planejamento da redução e da fixação.
Na criança pequena, parte importante da superfície articular é cartilagem. Uma separação óssea aparente pode coexistir com uma dobradiça cartilaginosa ainda íntegra. A ressonância magnética (RM) permite avaliar essa cartilagem e tem papel diagnóstico. A artrografia intraoperatória também distingue os traços e verifica a redução; radiografias em estresse sob anestesia são outra possibilidade. A pergunta cobra a combinação preferida por idade, sem tornar os demais exames universalmente proibidos.
Por que esta questão foi criada. A distinção entre planejamento ósseo e diagnóstico da cartilagem liga a escolha do exame ao desenvolvimento do cotovelo infantil.
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