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Questão de Fraturas supracondilianas do úmero (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaFraturas supracondilianas do úmeroOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na radiografia do cotovelo da criança, o achado que caracteriza a fratura em T e a diferencia das fraturas dos côndilos e do descolamento fisário do úmero distal é

  1. o sinal do coxim gorduroso posterior.
  2. o traço vertical até o ápice da tróclea.
  3. o desvio do alinhamento radiocapitelar.
  4. o fragmento metafisário de THURSTON-HOLLAND.
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Gabarito: B · o traço vertical até o ápice da tróclea.

Conceito-chave

A fratura em T divide o bloco articular entre os côndilos. O traço sobe desde a tróclea e se associa à separação supracondiliana. Por isso, o achado que a caracteriza é o traço vertical até o ápice da tróclea, e não apenas um sinal indireto de lesão do cotovelo. Na criança pequena, a cartilagem pode ocultar parte do traço, exigindo RM ou artrografia para esclarecer a articulação.

O fragmento metafisário de Thurston-Holland pode acompanhar fraturas condilares e separações fisárias. Ele também pode coexistir com uma fratura em T, como no caso descrito no resumo; portanto, não define nem exclui sozinho esse padrão. O coxim posterior deslocado indica alteração da cápsula ou derrame em contextos diversos. A relação radiocapitelar avalia rádio e capítulo, mas a distinção entre os padrões umerais aqui depende do trajeto da fratura.

Por que esta questão foi criada. O diagnóstico exige separar o traço que define a fratura de sinais indiretos e de fragmentos que podem coexistir com outros padrões.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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