Na radiografia do cotovelo da criança, o achado que caracteriza a fratura em T e a diferencia das fraturas dos côndilos e do descolamento fisário do úmero distal é
- o sinal do coxim gorduroso posterior.
- o traço vertical até o ápice da tróclea.
- o desvio do alinhamento radiocapitelar.
- o fragmento metafisário de THURSTON-HOLLAND.
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Conceito-chave
A fratura em T divide o bloco articular entre os côndilos. O traço sobe desde a tróclea e se associa à separação supracondiliana. Por isso, o achado que a caracteriza é o traço vertical até o ápice da tróclea, e não apenas um sinal indireto de lesão do cotovelo. Na criança pequena, a cartilagem pode ocultar parte do traço, exigindo RM ou artrografia para esclarecer a articulação.
O fragmento metafisário de Thurston-Holland pode acompanhar fraturas condilares e separações fisárias. Ele também pode coexistir com uma fratura em T, como no caso descrito no resumo; portanto, não define nem exclui sozinho esse padrão. O coxim posterior deslocado indica alteração da cápsula ou derrame em contextos diversos. A relação radiocapitelar avalia rádio e capítulo, mas a distinção entre os padrões umerais aqui depende do trajeto da fratura.
Por que esta questão foi criada. O diagnóstico exige separar o traço que define a fratura de sinais indiretos e de fragmentos que podem coexistir com outros padrões.
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