Na fratura em T do úmero distal no esqueleto imaturo, o membro mais acometido e a faixa etária típica são, respectivamente,
- dominante; adolescente.
- dominante; pré-escolar.
- não dominante; adolescente.
- não dominante; pré-escolar.
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Conceito-chave
A fratura em T é uma lesão de transição para o padrão adulto. É rara no esqueleto imaturo, mas aparece principalmente no adolescente perto do fim do crescimento. Nas quatro séries pediátricas reunidas pelo capítulo, a média de idade foi de 12,8 anos. Três estudos encontraram acometimento do membro não dominante cerca de 2,5 vezes maior que o do dominante. Esses números descrevem as séries citadas, não uma regra que exclua outros pacientes.
Na criança pequena, a lesão pode passar despercebida porque a superfície articular ainda é cartilaginosa e pouco visível nas radiografias. No adolescente, o menor potencial de remodelação aumenta a importância de restaurar a articulação e estabilizar as duas colunas. A idade típica, portanto, tem consequência no planejamento e não serve apenas para memorizar uma frequência.
Por que esta questão foi criada. O perfil epidemiológico ajuda a reconhecer a fratura de transição e a relacionar a pouca remodelação do adolescente à necessidade de reconstrução articular.
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