Na fratura em T do úmero distal da criança, o mecanismo mais comum e a posição dos fragmentos condilares em relação à diáfise são, respectivamente,
- extensão; posterior.
- extensão; anterior.
- flexão; posterior.
- flexão; anterior.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A fratura em T combina um traço supracondiliano com um intercondiliano. A tróclea é dividida, as colunas medial e lateral se separam e o bloco articular perde sua continuidade com a diáfise. O mecanismo é um efeito de cunha: a superfície articular da ulna é impulsionada contra o úmero distal e separa os côndilos.
No padrão em flexão, o mais comum, a queda sobre o cotovelo fletido produz um golpe posterior. A porção central da incisura troclear atua sobre o ápice da tróclea e os côndilos ficam anteriores à diáfise. No padrão em extensão, a queda sobre o braço estendido, com leve flexão do cotovelo, leva a região do coronoide a atuar como cunha; os côndilos ficam posteriores. As origens musculares nos epicôndilos ainda afastam os fragmentos no plano coronal e os inclinam anteriormente no sagital. É preciso separar o mecanismo predominante do sentido do desvio: são duas informações que precisam concordar.
Por que esta questão foi criada. O mecanismo em cunha e o sentido dos fragmentos permitem diferenciar os dois padrões de uma fratura rara, sem depender apenas do nome da lesão.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo