Na osteonecrose da tróclea, a área necrosada na deformidade tipo A (rabo de peixe) e as fraturas que mais a originam são, respectivamente,
- porção lateral da crista medial; côndilo medial e descolamento fisário.
- porção lateral da crista medial; supracondiliana distal e côndilo lateral.
- toda a crista medial; côndilo medial e descolamento fisário.
- toda a crista medial; supracondiliana distal e côndilo lateral.
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Conceito-chave
A osteonecrose troclear tem padrões diferentes conforme o território vascular perdido. A crista medial recebe fontes medial e lateral sem anastomoses entre si; a fonte lateral irriga o ápice e a porção lateral da crista medial e cruza a fise por trás. Sua interrupção pode deixar um defeito central, enquanto uma perda mais extensa compromete toda a região medial.
No tipo A, rabo de peixe, necrosa a porção lateral da crista medial, no ápice da tróclea. As origens destacadas são a supracondiliana muito distal e a fratura do côndilo lateral; geralmente não há deformidade angular importante. No tipo B, a perda vascular é mais extensa, associada ao côndilo medial e ao descolamento fisário total, e pode causar varo progressivo. Sintomas podem aparecer apenas anos depois, conforme o defeito se manifesta com o crescimento.
Por que esta questão foi criada. A classificação da sequela exige ligar anatomia vascular, extensão do defeito e fratura de origem, em vez de memorizar apenas o nome rabo de peixe.
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