Na redução aberta da fratura desviada do côndilo medial do úmero na criança, a face do fragmento a evitar na dissecção e a conduta com o nervo ulnar são, respectivamente,
- anterior; identificar e proteger.
- anterior; não dissecar.
- posterior; identificar e proteger.
- posterior; não dissecar.
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Conceito-chave
A exposição precisa proteger tanto o nervo quanto a irrigação do fragmento. Na redução aberta do côndilo medial desviado, o capítulo orienta acesso posteromedial e identificação e proteção do nervo ulnar, que passa atrás do fragmento e pode estar deslocado. Deixá-lo sem identificação não é uma forma segura de protegê-lo: ele pode ficar preso na redução ou ser atingido pelo implante.
Ao mesmo tempo, evita-se dissecar a face posterior do fragmento e a face medial da crista medial da tróclea, por onde chega sangue aos núcleos. As inserções flexopronadoras são preservadas. Para facilitar a redução, fletir cotovelo e punho e pronar o antebraço reduz a tensão dos flexores. A necessidade de expor a articulação deve ser equilibrada com a preservação dos tecidos que nutrem o osso.
Por que esta questão foi criada. O tratamento combina dois objetivos anatômicos diferentes: evitar desvascularização e impedir aprisionamento ou lesão do ulnar.
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