A complicação mais frequente do descolamento epifisário total do úmero distal e o motivo de ela ser menos intensa que na fratura supracondiliana são, respectivamente,
- cúbito varo; traço extra-articular.
- cúbito varo; superfície de fratura mais larga.
- cúbito valgo; traço extra-articular.
- cúbito valgo; superfície de fratura mais larga.
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Conceito-chave
O cúbito varo é a principal deformidade após o descolamento epifisário total. O capítulo o relaciona à consolidação viciosa. Embora possa ser importante, tende a ser menos intenso que na supracondiliana não tratada porque a superfície da fratura é mais larga, permitindo menos inclinação do fragmento distal. Translação e inclinação não são equivalentes: um bloco pode estar medializado sem formar a mesma deformidade angular.
O traço também é extra-articular, mas isso explica outra consequência: a superfície articular permanece íntegra, tornando menos provável a incongruência e a perda de movimento por degrau articular. Portanto, a largura das superfícies explica a menor inclinação; o caráter extra-articular ajuda a explicar a preservação da articulação. Osteonecrose é uma complicação rara e distinta, capaz de causar varo progressivo, mas não deve substituir a consolidação viciosa como explicação habitual.
Por que esta questão foi criada. A pergunta separa duas propriedades verdadeiras da lesão e exige escolher a que explica especificamente a deformidade angular.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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