Em menores de 2 anos com descolamento epifisário total do úmero distal, a proporção atribuída a maus-tratos e o exame indicado na suspeita são, respectivamente,
- até 10%; inventário esquelético.
- até 10%; ultrassonografia do cotovelo.
- até 50%; inventário esquelético.
- até 50%; ultrassonografia do cotovelo.
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Conceito-chave
O descolamento epifisário total do úmero distal no lactente exige investigar como a lesão ocorreu. A fise ainda cartilaginosa pode separar-se por torção e cisalhamento, enquanto uma queda cotidiana nem sempre explica o padrão. O capítulo relata que até 50% dos casos abaixo de 2 anos podem decorrer de maus-tratos. É uma estimativa das séries citadas e não um diagnóstico automático para metade de qualquer grupo de pacientes. Parto difícil é outra causa importante no recém-nascido.
História inconsistente, demora em procurar atendimento e outras lesões aumentam a suspeita. Para procurar lesões adicionais, o capítulo indica inventário esquelético, além de citar cintilografia. Procuram-se lesões metafisárias em canto ou alça de balde, costelas fraturadas e fraturas em diferentes estágios de consolidação, sem ignorar possível trauma craniano. A ultrassonografia do cotovelo tem outra finalidade: demonstrar a epífise cartilaginosa e confirmar a lesão local.
Por que esta questão foi criada. A pergunta distingue o exame para confirmar a fratura do exame para procurar lesões adicionais quando se suspeita de trauma não acidental.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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