No descolamento epifisário total do úmero distal, a frequência de lesão neurovascular e a direção de desvio que ajuda a explicá-la são, respectivamente,
- frequente; posterolateral.
- frequente; posteromedial.
- rara; posterolateral.
- rara; posteromedial.
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Conceito-chave
A lesão neurovascular é rara no descolamento epifisário total, embora precise ser examinada. O capítulo relaciona essa menor frequência a fragmentos cobertos por cartilagem, sem pontas ósseas afiadas, ao menor deslocamento e à direção predominantemente posteromedial. O padrão posterolateral é que estira o mediano e a artéria braquial na comparação com a supracondiliana.
A anatomia do lactente explica a lesão: a fise é mecanicamente mais fraca e pode ceder antes das estruturas que produziriam uma luxação verdadeira. Rádio e ulna acompanham o bloco epifisário. Risco baixo pelo trauma não significa risco nulo no tratamento; um fio medial, quando necessário, exige pequena incisão para identificar o osso e proteger o nervo ulnar.
Por que esta questão foi criada. A anatomia e a direção do desvio explicam por que não se deve transferir automaticamente o risco neurovascular da supracondiliana para o descolamento.
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