Na redução aberta da fratura do côndilo lateral da criança, a redução deve ser julgada na superfície articular, e não na cortical lateral, porque a cortical lateral
- costuma estar cominuída.
- não aparece na fluoroscopia.
- fica coberta pela massa extensora.
- costuma ter deformação plástica.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O objetivo da redução é reconstruir a articulação, não apenas alinhar a borda externa do osso. No côndilo lateral infantil, a cortical lateral pode sofrer deformação plástica, isto é, mudar de forma sem fornecer um encaixe fiel do alinhamento articular original. Se o cirurgião usa só essa cortical como guia, pode deixar um degrau na superfície articular.
Por isso, o capítulo orienta julgar a redução diretamente na articulação, sobretudo na tróclea. A dissecção fica anterior para preservar os vasos que entram posteriormente no fragmento. Boa visão e proteção vascular precisam coexistir: ampliar a liberação posterior para tentar encaixar uma cortical deformada pode prejudicar a vitalidade sem garantir congruência.
Por que esta questão foi criada. A questão aplica a diferença entre aparência cortical e congruência articular ao julgamento da redução.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo