Na fratura do côndilo lateral do úmero na criança, as estruturas que permanecem presas ao fragmento distal são
- o braquiorradial e o tríceps.
- o braquial e a cápsula anterior.
- o pronador redondo e a massa flexora.
- os extensores radiais do carpo e os colaterais laterais.
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Conceito-chave
As partes moles que acompanham o fragmento explicam seu desvio. Na fratura condilar lateral, o traço começa na metáfise posterolateral e segue para a fise e a articulação. O rasgo fica entre o braquiorradial e o extensor radial longo do carpo. Os extensores radiais longo e curto do carpo e os colaterais laterais continuam ligados ao fragmento distal.
A tração dos músculos contribui para rotação, deslocamento e retardo de consolidação. Flexionar o punho os estira e pode aumentar a dor no cotovelo. O braquiorradial permanece proximal ao rasgo. Com maior deslocamento, as cápsulas podem romper; portanto, não se deve imaginar um fragmento sustentado apenas por cápsula íntegra. A porção cartilaginosa ainda não ossificada também faz o fragmento real ser maior do que a lasca visível na radiografia.
Por que esta questão foi criada. As inserções permitem deduzir a força deformante e a dor ao movimentar o punho, indo além da identificação de um músculo isolado.
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