Na classificação de WEISS da fratura do côndilo lateral do úmero na criança, o tipo II apresenta desvio
- menor que 2 mm e dobradiça cartilaginosa íntegra.
- menor que 2 mm e dobradiça cartilaginosa rompida.
- maior que 2 mm e dobradiça cartilaginosa íntegra.
- maior que 2 mm e dobradiça cartilaginosa rompida.
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Conceito-chave
Weiss combina desvio e integridade da dobradiça cartilaginosa. O tipo I tem menos de 2 mm. No tipo II, há mais de 2 mm, mas a dobradiça permanece íntegra e a articulação congruente. No tipo III, o desvio também supera 2 mm, porém a dobradiça está rompida e a superfície é incongruente. Portanto, o mesmo tamanho de deslocamento não define sozinho a estabilidade.
Na série citada, todos os tipos II tinham menos de 4 mm e todos os III mais de 4 mm; o III apresentou mais complicações. Essa observação não deve substituir o critério central da classificação por uma regra universal de 4 mm. A cartilagem, invisível na radiografia simples, pode exigir artrografia, RM ou outros métodos para avaliação.
Por que esta questão foi criada. A classificação mostra por que medir apenas milímetros não basta para julgar estabilidade numa articulação ainda cartilaginosa.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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