Na epífise do côndilo lateral do úmero da criança, os vasos nutrícios penetram pela face
- anterior, junto à origem do braquial.
- posterior, junto à origem do ancôneo.
- lateral, pela inserção do colateral lateral.
- medial, pela crista medial da tróclea.
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Conceito-chave
O côndilo lateral infantil depende de uma pequena porta posterior de entrada vascular. A maior parte de sua superfície é articular ou fica dentro da cápsula. Os vasos entram pela área ao mesmo tempo não articular e extracapsular da face posterior, lateralmente à origem da cápsula e perto da origem do ancôneo. Atravessam a cartilagem não ossificada até o núcleo.
Esses vasos se comunicam dentro do núcleo, mas não estabelecem comunicação com a metáfise nesse estágio; funcionam como vasos terminais. A consequência cirúrgica é preservar as partes moles posteriores do fragmento: dissecção extensa nessa região pode interromper seu suprimento e causar osteonecrose. Não se deve imaginar que a rede arterial externa rica do cotovelo garanta fontes alternativas suficientes dentro do núcleo imaturo.
Por que esta questão foi criada. A localização dos vasos fundamenta a preservação das partes moles posteriores na cirurgia do côndilo lateral.
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