No lactente com edema do cotovelo, o desvio posteromedial do rádio e da ulna em relação à metáfise do úmero distal sugere o diagnóstico e o exame que o confirma, respectivamente,
- luxação do cotovelo; ultrassonografia.
- luxação do cotovelo; tomografia computadorizada.
- descolamento transfisário do úmero distal; ultrassonografia.
- descolamento transfisário do úmero distal; tomografia computadorizada.
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Conceito-chave
No lactente, a epífise distal do úmero pode estar quase toda invisível por ser cartilaginosa. Uma separação transfisária desloca o conjunto distal, e a radiografia mostra rádio e ulna desviados em relação à metáfise umeral. Nos menores de 2 anos, o desvio posteromedial desse conjunto deve levantar a suspeita de descolamento transfisário, em vez de ser interpretado automaticamente como luxação.
A ultrassonografia ou a ressonância podem demonstrar a epífise cartilaginosa e confirmar a lesão. O diagnóstico tem consequência além da redução: o capítulo alerta para a associação com trauma não acidental e para a necessidade de avaliar a história e o contexto de proteção da criança. Não se deve atribuir maus-tratos apenas pela imagem, mas tampouco ignorar essa possibilidade.
Por que esta questão foi criada. O deslocamento conjunto do antebraço no lactente direciona a investigação para uma lesão fisária oculta pela cartilagem.
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